Para ver filmes de terror
É preciso aguentar o temor
Há almas do outro mundo
Com ressentimento profundo
Os fantasmas são medonhos
E são tudo menos risonhos
Em cada esquina há esqueletos
Não adianta ter amuletos
De caixões saem vampiros
Nem maquilhados são giros
E há zombies no cemitério
Como surgem é um mistério
Há muitas casas assombradas
Que dão medo às carradas
Estão sempre cheias de pó
Desarrumadas que é um dó
Por elas há teias de aranha
E de quantidade tamanha
Sempre por lá falta a luz
Os poltergeists andam nús
Quem estes filmes visiona
E ainda por cima colecciona
Não faça disso brinquedo
Pois quem tem cú tem medo
quarta-feira, 15 de novembro de 2017
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