O que não vejo não me aflige
Só se convocar a memória
A minha atenção não exige
Fica só mesmo para a história
Não mais lhe passo revista
Se não me vem parar à mão
Pois diz-se que longe da vista
Também é longe do coração
sexta-feira, 24 de novembro de 2017
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário