Que falem à vontade de mim
Mas não comem do meu pudim
Está guardado para quem merece
E mesmo longe não me esquece
Para quem por mim tem apreço
E não duvida que o mereço
Para quem a palavra amizade
Não profere com leviandade
Quem sabe com que linhas me coso
Só pode ser para mim amistoso
Ser sincero quando é preciso
Se perco de repente o juízo
Puxar-me as orelhas às vezes
E dizer-me não te menosprezes
Saber que me deve abraçar
Quando rio para não chorar
terça-feira, 12 de novembro de 2019
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