Um provérbio me soprou
Uma verdade tão sábia
Que não é isenta de lábia
No meu espírito pousou
Fiz as pazes com o erro temido
Que como pessoa eu cometo
Afinal não assim tão abjecto
Desde que não seja repetido
Caminhando de encontro à velhice
Submersa no vil quotidiano
Perdoo-me que errar é humano
Só persistir no erro é burrice
terça-feira, 12 de novembro de 2019
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