Estou farta de gente parvinha
Que faz perguntas obtusas
Quem o é não o adivinha
E nem sequer pede escusas
São palermas todos os dias
Tacanhos tapados e tolos
Tentando com vãs picardias
Fazer dos outros parolos
Quem o público atende
Tem de ter muita pachorra
Aturar quem o ofende
E calar o que é uma porra
Há que tolerar imbecis
Encostando ao balcão a barriga
Engolir tamanhos ardis
Que podem estalar numa briga
Ter bastante diplomacia
Às vezes nem responder
É sinal de supremacia
Não de se estar a encolher
Quando surge um demagogo
Que afincadamente só teima
É dizer que quem brinca com o fogo
É certo que um dia se queima
quinta-feira, 11 de julho de 2019
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário