És uma abjecta criatura
É tão feia a tua figura
Ver-te traduz mal estar
Não aprendes a conversar
Abrenúncio e cruzes canhoto
Dizes lançando perdigoto
Tens na língua a imprecação
Que cospes sem hesitação
Que te carregue o diabo
Que convocas ao fim ao cabo
Cada vez que te contrariam
As tuas vontades variam
De manhã não te dou os bons dias
Também tenho direito a manias
Sai-me mas é já da frente
Ou ainda te parto um dente
quinta-feira, 24 de outubro de 2019
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário