O Zeca é o motorista
E um grande fala barato
Come com os olhos cada artista
Que transporta para o teatro
Fala das condições climatéricas
Dos incêndios do ano passado
Enquanto as divas pindéricas
Retocam o batom esborratado
Pelo espelho retrovisor
Vai controlando o que se passa
Abre as janelas com calor
Largando mais uma chalaça
O olhar do Zeca é comilão
Velhas ou novas não é esquisito
Solteiro é a sua condição
Ainda por cima não é bonito
A rebarba é tanta ou tão pouca
Que o Zeca já é conhecido
Mas factura a Ana a louca
Numa noite em que está distraído
quinta-feira, 30 de maio de 2019
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