Os meus versos despontam ligeiros
Querem ser sempre os primeiros
A cair no papel redondos
São disparados em estrondos
Os meus versos saem a granel
E são despejados no papel
Sem que tenha grande reflexão
Por isso são sem pretensão
Faço versos em poucos minutos
Parecem uns maduros frutos
Que da árvore querem tombar
Para engolir sem mastigar
Faço versos com muitos ditados
Populares e tão engraçados
Se alguns se aproveitam no fim
Não tenho a certeza enfim
Mas no meio de tal produção
Já se nota bem a minha mão
Pela palha se conhece a espiga
Fazer versos é paixão antiga
sexta-feira, 20 de setembro de 2019
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