O Armindo estava atrás do balcão, nervoso e furioso, as veias das têmporas latejando, tentando perceber quem fora o cliente sem vergonha que subtraíra duas tortas de Azeitão.
- Ainda há pouco aqui estavam na montra, amarelinhas e convidativas, mesmo a pedir umas dentadas! - dizia enfurecido, enquanto segurava na mão direita um barrete esverdeado. - Quem foi, esse ladrão miserável, deixou cair esta carapuça, estão todos a ver? Pois bem, meus senhores, vamos fazer isto como o sapatinho da Cinderela...
- A quem servir a carapuça que a vista
quinta-feira, 20 de setembro de 2018
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