Não há mês mais irritado
Do que Abril zangado
Nem mês mais agradecido
Do que o Maio florido
No que toca a Junho
Aqui deixo testemunho
Tem o dia mais extenso
Que eu o sol não dispenso
Em Julho os dias são quentes
Andam sorrisos nos dentes
Traz-nos a praia Agosto
Não é razão p'ra desgosto
Setembro vem com vindimas
Nunca mais acabam as rimas
Mas o Outono já espreita
Quando começa a colheita
Dali até ao Natal
O frio é coisa normal
E vem lá o novo ano
Repete-se o quotidiano
sábado, 6 de abril de 2019
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