Por um cérebro peregrino
Que ordena que vá mastigado
Como manda o bom figurino
Para que ninguém questione
O contrato que foi estabelecido
E que de forma cega funcione
Mesmo se este foi mal parido
É esperado que não interrogue
Que assine por baixo de cruz
E que mais privilégios rogue
Provando assim o que o seduz

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