O Ambrósio é o meu motorista
Que é sempre tão leal e servil
Ele nunca roçou a conquista
E atura o meu modo infantil
Conduz devagar o veículo
Onde eu passeio a vaidade
Sem jamais coçar o testículo
Satisfaz-me qualquer vontade
Pois sou pessoa de capricho
Além disso bastante birrenta
Convivo com gente de nicho
Que a soberba me contenta
Sou queque e muito afectada
Porque tenho um gene fidalgo
E só pretendo ser bem tratada
Ó Ambrósio apetece-me algo
domingo, 28 de junho de 2026
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