Que está repleta de intriga
Pois há que razões inventar
Para as guerras justificar
No mapa de tal geografia
Só o poder tem primazia
Como um jogo de tabuleiro
Ganha quem arrisca primeiro
Há só um objectivo final
É arrecadar o vil metal
E essa ambição tudo come
Do prato de quem passa fome
São incríveis os vários álibis
Que constroem esses perfis
Dos que pegam no microfone
Com trejeitos dum cicerone
E faltando tanto à verdade
São modelos da falsidade
Mostram que em tempo de guerra
O que há mais é mentira na terra

Sem comentários:
Enviar um comentário