Não se alimenta de resto nenhum
E pouco lhe sobra na realidade
Por ser fuinha essa é a verdade
Quem vivencia a inveja emagrece
De mastigar com calma se esquece
Ao ver a gordura alheia definha
E a prosperidade que se avizinha
Nesse modo de ser assaz duvidoso
Lá no fundo é carente o invejoso
Não quer jamais dar parte de fraco
Tem uma no papo e outra no saco

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