E castelos flutuando no ar
São a matéria e o sustento
Dos sonhos que falta sonhar
São propostos escorregadios
Que podem não se realizar
E há em tais destinos vadios
Tanta vida por se consumar
E assim nesse viver inseguro
Quaisquer contas de multiplicar
Tornam mais incerto o futuro
Com que nunca se pode contar

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