Até ensinava a missa
Ao padre lá da aldeia
Mas o Zé tinha preguiça
Depois da barriga cheia
Cada vez que ele botava
A sua bela faladura
Toda a aldeia parava
Até a cavalgadura
Só que não rodava um cesto
E nem um chapéu sequer
Ninguém esboçava um gesto
Que o fizesse enriquecer
Então de barriga vazia
Percebeu que mais vale emigrar
Foi para uma cidade arredia
Onde deixou de pregar

ahahahah. Que bonita pregação!
ResponderEliminarObrigada, anónimo! Sê muitíssimo Bem-vindo
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