O Jorge alugou um café
E tomou por sócio o Zé
Mas a dita sociedade
Não correu bem na verdade
Agora gere sozinho
Sai-lhe bem do courinho
Balcão mesas e bar
E pouco pode descansar
Espera encontrar novo sócio
Para expandir o negócio
Mas com calma terá de ir
É de manhã à noite a bulir
O café enche com a bola
E cheira bastante a cebola
Quando se fazem patuscadas
Os ganhos são favas contadas

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