Todos fazem poesia
Neste cantinho da Europa
Fazem-no com euforia
Enquanto comem a sopa
Cantam loas às amadas
Filosofam muito à toa
Têm mentes recatadas
Tanto verso até enjoa
No que toca à qualidade
A coisa pouco promete
Mas rimam com liberdade
No poema que se repete
Fazem pausa em Agosto
Escondendo o verso singelo
Pois se não fosse o mau gosto
Que seria do amarelo?

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